sexta-feira, 18 de novembro de 2011



Crentes Podem Ser Amaldiçoados?


Francisco e Marta estavam finalmente saindo juntos num final de semana para uma "segunda lua-de-mel", mesmo que isso significasse deixar sua filha em idade colegial sozinha em casa. Eles confiavam em Linda porque ela nunca havia lhes dado motivo de suspeita. Agora que ela estava a ponto de se formar, eles acreditavam que já era tempo de lhe dar uma oportunidade de demonstrar sua maturidade. Sem que eles soubessem, Linda planejara dar uma festa durante todo o tempo em que eles estivessem fora. Durante a festa, um grupo de seus amigos, que eram envolvidos com um grupo satânico de rock e ocultismo, escondeu um pentagrama numa gaveta de miscelâneas na cozinha e lançou uma praga sobre a família.
Vários dias depois que Francisco e Marta voltaram para casa, eles perceberam que algo estava diferente em sua vida, mas não conseguiam descobrir o que era. Durante as semanas seguintes, eles notaram que as circunstâncias de sua vida se deterioravam. Coisas deram errado com o carro, e o ar-condicionado da casa teve que ser totalmente substituído. Também começaram a notar mais "bate-boca" entre os membros da família e certa confusão espiritual na família.
A essa altura, Francisco já tinha ouvido de seus vizinhos que houvera muito entra e sai em sua casa enquanto estavam fora. Eventualmente toda a história veio à tona, inclusive a identificação de alguns dos garotos como membros de um culto satânico. Quando Francisco contou a um amigo sobre o acontecido, esse sugeriu que a razão pela qual as coisas não iam bem para sua família era conseqüência de alguma maldição provavelmente colocada na casa pelos satanistas, e que a família deveria passar por um tipo de exorcismo para ser liberta. Isso soou mais como uma superstição boba a Francisco do que um conselho sensato, mas ele começou a se perguntar o que a Bíblia ensina sobre demônios, maldições e feitiçarias.


Crentes Podem Ser Possuídos Por Demônios?


Júlia tinha quarenta e poucos anos. Ela era divorciada e lutava para criar os dois filhos com seu salário. No entanto, ela sempre confiava que Deus supriria suas necessidades. A vida tinha sido difícil, mas a única esperança que a sustentava era sua sincera confiança em Deus. Apesar dessa esperança, por mais de dez anos ela vinha lutando com ataques de depressão, e finalmente começara a fazer aconselhamento. Nos últimos 5 anos, ela havia passado por três conselheiros, mas a depressão continuava.
Num fim-de-semana, um pregador que visitava a igreja onde ela congregava afirmou que crentes podiam ser possuídos por demônios. Júlia sempre fora ensinada que crentes não sofriam possessão, mas o pregador disse que depressão poderia ser um sinal de possessão. Naquela noite, ela deixou a igreja com uma mistura de alívio e medo – alívio porque agora ela talvez conhecesse o seu verdadeiro problema, e medo porque agora ela cria que sua depressão poderia ser resultado de possessão demoníaca. Mas ela não estava certa do que fazer a esse respeito.
Crentes podem ser possuídos por demônios? Qual a diferença entre possessão demoníaca e influência demoníaca?


Você Pode Ter um Demônio da Sensualidade?


Guilherme tinha sido iniciado em pornografia desde a adolescência. Através dos anos, ela havia se tornado cada vez mais uma obsessão. Isso se intensificou na época da faculdade quando ele começou a procurar novas maneiras de conseguir suas vibrações sexuais, e descobriu os espetáculos pornográficos só para adultos. No último ano da faculdade, ele foi levado a Cristo através de um ministério para universitários, e por muitos anos o problema de pornografia não o incomodou. Mas depois de casado, ele se achou novamente tentado pelos prazeres dos espetáculos pornográficos e das casas de massagens. O que tornou a situação muito difícil é que agora ele estava no segundo ano de seminário, estudando para ser pastor. Ele simplesmente não podia entender porque não conseguia vencer esse pecado.
Finalmente a culpa se tornou tão grande que Guilherme procurou um dos seus professores do seminário para se aconselhar. Esse professor sugeriu que provavelmente ele estava sendo influenciado pelo demônio da sensualidade, e que ele deveria passar por uma sessão de libertação para se livrar de tal demônio.


Você Pode Herdar um Demônio?


Sandra crescera em uma família que era profundamente envolvida com práticas ocultas e feitiçaria. Seus pais pertenciam ambos a uma confraria de bruxos que seu avô havia fundado. Sua mãe também era quiromante e astróloga. Seu pai havia, em várias ocasiões, servido como médium para o espírito de um homem que presumivelmente vivera na Índia 20.000 anos antes. Por causa da maneira como Sandra fora criada, isso era tudo o que ela sabia de religião.
Quando Sandra saiu de casa para freqüentar a faculdade, com pouco menos de vinte anos, sua colega de quarto, uma cristã evangélica, começou a lhe falar a respeito de Jesus Cristo, que morrera por seus pecados. A colega de Sandra lhe explicou o que a Bíblia ensinava a respeito de Satanás, demônios, feitiçaria e astrologia. A princípio, Sandra reagiu com hostilidade, mas, durante o semestre, ela aceitou o desafio de ler a Bíblia sozinha. Sob a direção de sua colega de quarto, ela percebeu que aquilo que ela conhecia como religião jamais lhe daria vida eterna e que ela precisava crer apenas em Jesus Cristo para sua salvação.
Depois de salva, Sandra começou a freqüentar uma igreja grande na cidade. Por causa do seu passado, ela ainda tinha muitas perguntas acerca de sua nova fé e da feitiçaria que deixara para trás. Sua colega de quarto sugeriu que ela procurasse um conselheiro da igreja para respondê-las. O conselheiro lhe disse que só crer em Cristo como seu Salvador não era suficiente. Pelo fato de Sandra ter vindo de um passado de ocultismo, ela devia renunciar a todas aquelas práticas e muito possivelmente precisava ser liberta dos demônios que ela herdara de sua família.
Você Está em Guerra?

Batalha Espiritual


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Batalha Espiritual

É muito comum ouvirmos no meio evangélico o termo “Batalha Espiritual”; houve uma época na qual o tema virou “modismo”, soldados levantaram-se aos milhares e manuais de guerra foram escritos às centenas, detalhando ações, ensinando estratégias. A guerra foi travada, mas, poucos resultados positivos foram colhidos. Qual o motivo para tantos fracassos? Porque em alguns lugares funcionou e em outros não?
Um dos pontos importantes, geradores de fracassos é menosprezar o inimigo ou não conhecê-lo o suficiente. A Bíblia deixa claro, que o diabo é extremamente sagaz e poderoso, tem em suas mãos poder para fazer grandes feitos e conhece profundamente o ser humano. Ele conhece todas as chamadas estratégias de guerra e está devidamente preparado com o seu exercito para anular os possíveis ataques e pronto para um contra-ataque  eficaz  contra a igreja.
As histórias narradas em livros, vitoriosas, não se aplicam necessariamente em outras regiões ou cidades, o opositor já conhece os passos e está pronto para a resistência. É aconselhável ler tais narrativas, mas, fazer uso das mesmas práticas não é sábio.
A Batalha Espiritual, como o nome afirma, é travada no mundo espiritual e é necessário que haja homens santos e cheios do Espírito Santo, agraciados com dons (visão, revelação, profecia, etc.) para que sejam canais, através dos quais o Senhor Deus orientará o Seu exercito de servos, revelando as estratégias certas para cada ocasião, bem como, os passos do inimigo. A Batalha não é segundo a carne (“Embora andando na carne, não militamos segundo a carne.” 1Co 10.3), não é contra homens, sim, contra satanás (“Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo de escuridão.” Ef 6.12; veja mais: Gn 3.15; 2Co 2.11; Tg 4.7).
Os servos chamados à guerrear precisam ser irrepreensíveis em suas ações, a santidade é uma qualidade imprescindível. Neste exército não há espaço para os chamados “crentes carnais”, ou desprovidos de compromisso verdadeiro com Deus. Aventurar-se na batalha com brechas é morte certa!
A recomendação de Paulo a Timóteo foi: “Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado nelas, o bom combate, mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé.” (1Tm 1.18,19). O soldado de Deus precisa manter-se firme na fé e procurar desempenhar com seriedade e zelo a missão confiada. A vigilância (“Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos”. 1Co 16.13) deve ser constante, não se contaminar com o mundo, abrindo brechas através das quais o inimigo possa tocá-lo. A oração é tão importante quanto o ar que se respira (“com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”. Ef 6.18), se não houver vida de oração, a derrota está próxima.
A Batalha Espiritual engloba todos os servos que procuram vivenciar o senhorio de Cristo Jesus (Fp 1.30), não apenas alguns: “Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.” (Ef 6.13). Mas, como já foi tratado antes, é indispensável que haja compromisso e vida santa. Os soldados são capacitados e protegidos pelo próprio Senhor a desempenharem a missão (“Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.” Is 41.13; “Ó SENHOR, meu Deus e meu Salvador, tu me protegeste na batalha.” Sl 140.7). A força vem de Cristo! (“Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças, para que, por meu intermédio, a pregação fosse plenamente cumprida, e todos os gentios a ouvissem; e fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!”  2Tm 4.17,18).
A vitória na guerra vem do próprio Senhor! (“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” 1Co 15.57). Não é à força do homem, não são objetos e recitações de textos que nos fará vencedores. Somos nesta batalha apenas soldados sob o comando do nosso General.
Leiam sobre o tema, os relatos edificam a fé e mostra o quão sério é o mundo espiritual, no entanto, não queiram imitar as ações descritas, sem a devida revelação do Senhor, serás motivo de gargalhadas para os dominadores das trevas. As estratégias de uma batalha espiritual são reveladas por Deus, são orientações únicas para cada localidade.
Pr Elias R. de Oliveira