quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pudim de sorvete
Ingredientes:
- 2 xícaras de açúcar
- 4 colheres de água gelada 
- 4 colheres de sopa de achocolatado em pó
- 1 lata de leite condensado
- 200 ml de leite (mesma medida da lata de leite condensado)
- 1 lata ou caixa de creme de leite (sem soro)
- 4 gemas
- 4 claras em neve
Modo de Preparo:
- Em uma panela, coloque o leite condensado, o leite e as gemas - Mexa, quando ferver, mexa mais 1 minuto e deixe esfriar -Derreta o açúcar (faça uma calda) e rapidamente despeje na forma de buraco, coloque a água e o achocolatado (não precisa misturar) - Coloque o creme de leite e as claras batidas na mistura da panela (o creme já frio), mexa bem e despeje na forma de buraco - Deixe no freezer até congelar bem, e depois retire, esquente um pouco o fundo da forma na boca do fogão, e desenforme - Atenção depois de desenformar, pode continuar esquentando a forma para ter mais calda, e despeje sobre o sorvete.

TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

Não pude deixar de compartilhar... Me emocionei pela verdade no texto, não deixem de ler!
" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "
Retirado do facebook autor desconhecido.


Há um clamor.... Vamos interceder pelas nações africanas!
Clarisse Tarran adicionou 3 novas fotos.
 ,o lugar é descrito como " praticamente inexistente " . Um homem que fugiu com sua família disse à agência France -Presse, ele teve que navegar por "muitos corpos no chão" e que "a cidade inteira estava em chamas " . Outro disse à Reuters: " Eu escapei com a minha família no carro depois de ver como Boko Haram estava matando pessoas ... Eu vi corpos na rua. Crianças e mulheres , alguns estavam chorando por ajuda " . Ele acrescentou que os corpos foram " espalhados nas ruas e em arbustos " .

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